Para quem já passou por duas perdas, saber que a amniocentese tem um risco de aborto, ainda que baixo, não é algo animador. Noutra situação pensaria que aquele 0,5% a 1% de probabilidade decerto que não me viria bater à porta, mas já se viu que a sorte nem sempre está do meu lado. Decidi procurar alternativas e encontrei o teste Harmony. Nunca tinha ouvido falar sobre ele. Na verdade até há um ano tudo o que se relacionasse com maternidade e gravidez passava-me completamente ao lado. Já depois disso tenho procurado informação à medida que os acontecimentos se vão sucedendo. De modo que nunca tinha chegado à fase de pensar numa amniocentese ou em alternativas, até há poucas semanas.
Falei no teste Harmony às duas obstetras que me têm seguido (sim, é capaz de estar na altura de optar por uma!) e as duas foram unânimes: é a melhor opção, vamos evitar todos os riscos possíveis. Assim, no início da próxima semana estarei de volta a Portugal para fazer o tal teste que, na verdade, consiste apenas na recolha de sangue. E por que vens tu a Portugal fazê-lo?, perguntam vocês. Porque em Itália é bastante mais caro, como praticamente tudo o que se relaciona com o sistema de saúde. Eu sei que em Portugal nos queixamos, e não digo que seja sem razão, mas em Itália a saúde paga-se muito bem.
Voltando ao mais relevante, no mesmo dia em que farei o teste farei também uma ecografia, porque as nossas mentes precisam de sossego e os nossos corações precisam de ver um coração a bater para irem confirmando de duas em duas semanas que à terceira é de vez. Terei os resultados do teste Harmony duas semanas depois. Com estes resultados virá também o sexo do bebé. Vamos lá ver se o meu palpite bate certo, embora isso seja o menos relevante.











Hong Kong










Algures em Espanha: foto-chavão de qualquer road trip que se preze.

Chegámos a Martigues (França) já de noite e a primeira impressão não foi boa. Pensámos que não tinhamos feito a melhor opção ao termos escolhido parar em Martigues. A manhã confirmou a nossa opção inicial. A parte bonita e interessante de Martigues é muito pequena, mas é também muito bonita.
Nice é uma confusão: trânsito pouco fluido, muita gente na rua e muita gente na praia. Desconfio que tão cedo não devemos voltar. Não somos fãs de grandes ajuntamentos. (Sim, é verdade, tenho uma adoração inexplicável por portas, janelas e portadas.)
Narbonne e a sua praia de sonho: pouca gente, silêncio quase absoluto, paz e sossego. É para voltar em breve!
Mais uma daquelas que fazem parte do álbum de qualquer road trip. Algures em França.
Ainda no primeiro dia de viagem, em Espanha. Esta já foi parar à capa de um documento de trabalho meu. Deu-me gozo quando colocaram a questão dos direitos da fotografia da capa e respondi "É minha!".
Em Avignon, tive pena de não ter ficado por lá a deambular mais tempo.
San Sebastian, em Espanha, com a certeza de que temos que arranjar uns dias para circularmos por lá com mais tempo.




Desejos no templo de A-Ma em Macau. Em 2011 deixei lá pendurado um meu. Os deuses orientais foram amigos. Três anos depois posso afirmar que o meu desejo foi satisfeito. Desconfio que este ano lá ficará outro!
