7.9.11
6.9.11
5.9.11
dia 6, reparar no que está todos os dias no mesmo sítio, e por isso mesmo é ignorado
(a fotografia hoje devia ser outra, mas há coisas que são só nossas)
4.9.11
3.9.11
2.9.11
1.9.11
dia 2, jantar no sítio do costume
Comecei bem: a máquina anda (quase) sempre comigo, mas hoje à noite ficou esquecida em casa. Fotografia tirada com o telemóvel, à falta de melhor.

o odiado acordo
A partir de hoje, no trabalho, o acordo ortográfico tem de ser seguido. Vai ser bonito, vai.
o meu ano
O meu sexto sentido dizia-me que ia ser um ano importante, e foi. Nunca duvidar da intuição feminina, minha gente.
Vamos lá iniciar um novo ciclo! Na verdade parece-me que o capítulo dedicado à comida foi iniciado em Paris, há poucas semanas.
Sem intenção de o fazer, parece-me que as linhas gerais do ano foram estas (eu sei que é estranho comer, e comer bem, em Inglaterra, mas eu sou dada a situações pouco comuns, esta é só mais uma):

Vamos lá iniciar um novo ciclo! Na verdade parece-me que o capítulo dedicado à comida foi iniciado em Paris, há poucas semanas.
31.8.11
dia 1, o ponto de partida
Jeff Buckley, A tia Julia e o Escrevedor, framboesas e iogurte grego com mel, chuva e vento lá fora.
30.8.11
"O tempo que já não viverei", de Fabio Volo
(imagem)
Comecei a lê-lo nos pequenos-almoços solitários e quentes no terraço e acabei-o entre os lençóis numa noite fresca, típica do fim de verão. O intervalo de tempo é mais curto do que a frase anterior pode dar a entender. Comprei-o por impulso numa feira do livro, sem saber ao que ia. As primeiras impressões não foram muito felizes, mas umas páginas depois estava mais do que convencida. Gosto de livros (e filmes) que retratem situações que possam ser reais, que retratem sentimentos simples, que de tão simples que são não nos lembraria descrevê-los. Foi isso que me piscou o olho no livro: reconhecer situações e sensações que não sabia serem partilhadas por outros (e que muito provavelmente são quase universais).
29.8.11
de quando os dias eram de férias: ilha de Tavira
As pessoas de quem deixamos de gostar fazem-nos evitar livros, filmes e lugares. Por essa razão tinha alguma má vontade com Tavira. Mas "time is a healer" e a ilha de Tavira foi amor à primeira vista.
o regresso
Hoje ainda estava de férias. Fui trabalhar. Ah, que tu não és normal. Eu sei.
Dez anos depois mudei de gabinete. Dez anos, cruzes credo! Estou ali há dez anos. Um dia destes ganho raízes e transformo-me num dos seres que eu considerava decrépitos quando para ali fui. Vade retro. Mesmo corredor, duas portas para o lado. Aparentemente nada de relevante, mas com um significado maior do que o visível.
Uma mudança, um artigo revisto e submetido, dois artigos avaliados - para primeiro dia não está mal.
28.8.11
o amor acontece em qualquer lugar, na Cacela também
Eles estavam tão entretidos que eu não resisti. Não me parecem figuras públicas nem presidentes de câmara.
é capaz de ser um sinal, não?
Dormi serenamente durante as férias, nada de despertar a meio da noite ou de passar partes da noite em branco. Nas duas últimas noites (volto ao trabalho amanhã) tive sonhos agitados e desassossegados protagonizados por pessoas com quem trabalho. Raramente sonho ou raramente me lembro dos sonhos.
É capaz de não ser um bom prenúncio.
27.8.11
projecto 365: sim ou não?
Estou com vontade de reiniciar o projecto 365. Mas, ao mesmo tempo, sei que esta espécie de obrigação de tirar uma foto por dia é coisa para passados uns dias me começar a irritar solenemente. Haverá dias em que o tempo e a paciência para tirar fotos serão nulos, e tirar fotos porque tem que ser não é para mim. Já me bastam os tem que ser a que não posso fugir. Mas ficar com um registo de fotos construído a pouco e pouco durante um ano tem piada e serve para mais tarde recordar.
A acontecer será no dia 1 de Setembro, o verdadeiro início do meu ano, com direito a jantar de rentrée e tudo.
26.8.11
25.8.11
8.8.11
6.8.11
4.8.11
3.8.11
1.8.11
30.7.11
29.7.11
\\
(hoje de manhã)
Todos falam do muito calor que está. Pois eu tenho a dizer que hoje de manhã, imbuída de espírito estival, rumei à praia para assinalar a quase entrada em férias (oficialmente de férias, na verdade esta semana muito pouco de férias). Toalha estendida, eu igualmente estendida e a conclusão foi apenas uma:
Está frio.
Por lá fiquei duas horas, com pele de galinha e pêlos em pé. A minha primeira ida à praia em férias, humpf.
A parte boa foi antes de chegar à praia: um bando de flamingos. Mas, apesar do frio que veio a seguir, a mancha cor-de-rosa no céu foi uma boa entrada nas férias. (Estava a conduzir, não há fotografias para ninguém)
27.7.11
aquário de Paris (já vos disse que adoro aquários?)
Os aquários fazem-me bem: sossegam-me, transmitem-me serenidade e paz. Houvesse um aquário aqui por perto e até há uns meses atrás eu teria sido cliente assídua, a tentar acalmar as fúrias a olhar para os peixinhos.
Mais ou menos serena, onde quer que vá e haja um aquário, é certo que lá passarei umas horas.
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